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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

CRACK, A COMPULSÃO INTERMITENTE!


Neste programa, a jornalista Claudia Cataldi entrevista o Dr. Jorge Jaber, médico psiquiatra, diretor da Associação Americana de Psiquiatras Administradores e da Associação Psiquiátrica do Rio de Janeiro e Christino Áureo, deputado estadual.

A abordagem é a diferença entre vício e dependência química. Uma entrevista esclarecedora sobre todo esse processo e ainda: o da desintoxicação e a diferença entre: estimulantes, sedativos, hipnóticos e analgésicos opióides.


A Responsabilidade Compartilhada começa a ganhar força, os municípios também estão se mobilizando. O Grande Pacto Compartilhado entre sociedade Civil e poder público esta avançando, ainda tímido, mas engrossando as fileiras para ganhamos a "guerra" que vitima nossas crianças e jovens. Precisamos de todos! Levante a bandeira das crianças e adolescentes vitimados pelas drogas. 
 




Fonte da foto: Internet
Crack, a Compulsão Intermitente!
*Conceição Cinti
A dependência gerada pelo crack é a mais brutal! Desagrega e traumatiza os familiares como nenhuma outra droga. Sendo que a exclusão social desse tipo de dependente acontecesse como num passe de mágica. Alias tudo relacionado ao crack ocorre velozmente. É uma droga tão devastadora que vicia logo no primeiro contato. O crack pode deixar a pessoa extremamente agressiva, paranoica e fora da realidade como se estivesse num outro mundo e se transformasse num outro ser destituído de humanidade. Desde os efeitos provocados pela inalação da fumaça que faz o dependente atingir o ápice em aproximadamente 50 segundos, ao ilusório êxtase que pode não ultrapassar 5 minutos, seguido pela temida “noia” que provoca no dependente muito medo, depressão e faz com que ele ouça vozes e tenha visões de perseguições. Mesmo passando por esse acontecimento doloroso novamente ele volta à compulsão, que é intensa e intermitente pelo crack. Trazendo de volta a euforia e a maligna sensação de poder. É nesse momento que geralmente ocorrem às tragédias. Como os efeitos alucinógenos têm curta duração, nesse círculo vicioso repetitivo o adicto de crack vara noites consumindo a droga. Fique atento!
*Conceição Cinti - Advogada. Educadora. Especialista em dependentes de substâncias psicoativas. Com experiência de mais de 27 anos no tratamento de dependentes. 

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